De acordo com a investigação, Mourão tentou tirar a própria vida horas após sua prisão durante a terceira fase da Operação Compliance Zero. Ele foi imediatamente socorrido pelos policiais que exerciam sua tutela e rapidamente atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), sendo posteriormente encaminhado a um hospital local. Infelizmente, não conseguiu se recuperar, e a morte encefálica foi confirmada.
O relatório final da investigação não constatou qualquer intervenção externa que pudesse ter contribuído para a morte de Mourão, reforçando a tese de um suicídio. O documento foi enviado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia solicitado a apuração do caso, dada a notoriedade e a gravidade das circunstâncias.
Luiz Phillipi Mourão era descrito como um colaborador próximo do banqueiro Daniel Vorcaro, assumindo funções que incluíam monitorar e coletar informações sigilosas sobre adversários do banker. A prisão de ambos ocorreu em um contexto de investigações que visavam desmantelar uma rede de fraudes associadas ao banco, resultando em grande repercussão na mídia e acirrando a atenção das autoridades.
É fundamental que situações de crise emocional sejam tratadas com a devida atenção. Para aqueles que enfrentam pensamentos suicidas, a orientação é buscar apoio em familiares, amigos ou profissionais de saúde. O Ministério da Saúde ressalta a importância de conversar com pessoas de confiança e não hesitar em procurar ajuda. O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional e prevenção ao suicídio por meio de atendimento sigiloso, disponível 24 horas por dia.
Os serviços de saúde que podem ser acessados para suporte incluem Centros de Atenção Psicossocial (Caps), Unidades Básicas de Saúde, UPAs, SAMU e hospitais, além do contato gratuito pelo CVV, que atende pelo telefone 188.







