Em sua argumentação, a juíza ressaltou que a defesa do cantor persiste na busca pela liberação dos bens, embora seus pedidos se mostrem ineficazes e careçam de justificativas plausíveis. Essa é a segunda vez que a solicitação de liberação do patrimônio é rejeitada pela Justiça, que considera não haver fatos novos que justifiquem tal medida.
O bloqueio dos bens da empresa foi decretado em 23 de setembro, um dia antes da revogação da prisão preventiva do cantor. A juíza destacou que existem “fortes indícios” de envolvimento da Balada Eventos e de Gusttavo Lima em um esquema de lavagem de dinheiro proveniente de atividades como o jogo do bicho, apostas esportivas e cassinos online.
A defesa de Gusttavo Lima alega que todos os bens foram adquiridos com recursos legítimos da empresa, porém a decisão da juíza reforça a posição anterior e também nega a transferência do processo para a Justiça da Paraíba, solicitada pelo Ministério Público de Pernambuco. A magistrada considerou que a tese da defesa já havia sido rejeitada anteriormente e que não houve novos recursos do MPPE sobre o assunto.
Com a decisão da juíza, o cantor Gusttavo Lima e a Balada Eventos continuam com seus bens bloqueados, no âmbito das investigações da Operação Integration. A defesa segue tentando reverter a situação, enquanto a Justiça mantém as restrições patrimoniais, baseada nos indícios de envolvimento em crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa.







