Durante uma sessão do CNJ, Barroso manifestou sua preocupação com os desdobramentos das investigações e classificou as notícias como “estarrecedoras”. O ministro ressaltou que os recentes acontecimentos evidenciam a proximidade do Brasil com situações consideradas inimagináveis. Ele enfatizou que atentados contra as instituições e seus agentes não estão relacionados a ideologia ou opções políticas, mas sim representam uma afronta à democracia e ao Estado de Direito.
Barroso enfatizou a importância do funcionamento adequado das instituições em uma democracia e destacou que o país já superou um ciclo de atraso, sendo fundamental rejeitar comportamentos antidemocráticos como os revelados pela imprensa. Segundo a PF, os militares investigados teriam elaborado um plano para assassinar o presidente eleito, Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF, Alexandre de Moraes.
O presidente do STF ressaltou a necessidade de afastar tais comportamentos da história do país, destacando que os atos que desrespeitam a ordem democrática são uma desonra para a nação. Diante deste cenário, Barroso ressaltou a importância de aguardar o desfecho das investigações e reforçou o compromisso das autoridades em garantir a segurança e a estabilidade institucional do Brasil.
