JUSTIÇA – Comissão de Constituição e Justiça aprova oito nomes para o Conselho Nacional de Justiça e dois para o Conselho Nacional do Ministério Público

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (29) oito nomes indicados para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e dois nomes para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Durante a sabatina conjunta, realizada pela manhã, os indicados apresentaram seus memoriais e responderam às perguntas dos senadores. O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, enfatizou a igualdade de gênero entre os indicados, com cinco mulheres e cinco homens, e parabenizou as instituições responsáveis pelas indicações.

As indicações que passaram pelo crivo da CCJ incluem representantes da Câmara dos Deputados, Superior Tribunal de Justiça, Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior do Trabalho. Para o CNJ, foram aprovados Daiane Nogueira de Lira, indicada pela Câmara dos Deputados; Mônica Autran Machado Nobre e Daniela Pereira Madeira, indicadas pelo Superior Tribunal de Justiça; José Edivaldo Rocha Rotondano e Renata Gil de Alcantara Videira, ambos indicados pelo Supremo Tribunal Federal; e Guilherme Augusto Caputo Bastos, Alexandre Teixeira Bastos Cunha e Guilherme Guimarães Feliciano, os três indicados pelo Tribunal Superior do Trabalho.

Já os aprovados para o CNMP foram Edvaldo Nilo de Almeida, indicado pela Câmara dos Deputados, e Cíntia Menezes Brunetta, pelo Superior Tribunal de Justiça. A aprovação de todos esses nomes ocorreu por uma ampla margem de votos, com mais de 20 senadores mostrando seu apoio a cada um dos indicados.

A diversidade de origens e experiências dos indicados demonstra a representatividade e a busca pela excelência no funcionamento desses conselhos. A participação de mulheres e homens em igual quantidade também reflete a atenção dada à igualdade de gênero no processo de seleção.

As indicações encaminhadas pelas diferentes instituições reforçam a importância de uma atuação conjunta e integrada entre os poderes e órgãos do sistema judiciário. Com a aprovação desses nomes, o CNJ e o CNMP darão continuidade ao seu trabalho de fiscalização, normatização e aprimoramento das atividades do Poder Judiciário e do Ministério Público, respectivamente.

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