Julgamento de ex-policial penal acusado de assassinar tesoureiro do PT tem início em Curitiba após três adiamentos.

O aguardado início do júri popular de Jorge Guaranho, ex-policial penal acusado de assassinar o tesoureiro do PT, Marcelo Arruda, finalmente aconteceu nesta terça-feira (11/2), após três adiamentos. O crime aconteceu durante a festa de aniversário de Arruda, cujo tema era a eleição de Lula, em Foz do Iguaçu.

A defesa de Guaranho conseguiu transferir o julgamento de Foz para Curitiba, onde as primeiras testemunhas começaram a ser ouvidas. Até o momento, duas das dez testemunhas foram chamadas a depor, incluindo a viúva de Arruda, Pâmela. Os depoimentos reforçaram a suspeita de motivação política por trás do crime, uma tese que a defesa do acusado nega veementemente. Além das testemunhas, dois peritos também serão ouvidos antes da sentença, que está prevista para ser definida até quinta-feira.

Guaranho, que está em prisão domiciliar, é conhecido por ser bolsonarista e sua ligação com o atual governo tem gerado grande interesse nacional no desfecho desse caso. A possibilidade de uma conotação política por trás do crime tem reacendido debates sobre a polarização no Brasil e levantado questionamentos sobre a segurança e estabilidade política do país.

Com a expectativa de que o julgamento avance rapidamente, a população aguarda ansiosamente por um desfecho nesse caso que envolve não apenas um assassinato, mas também coloca em evidência questões políticas sensíveis e controversas. Acompanharemos de perto os desdobramentos desse julgamento e traremos todas as informações atualizadas sobre o caso.

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