Juíza determina prazo para Eduardo Costa iniciar pena de serviços comunitários após condenação por difamação contra Fernanda Lima.

A Justiça do Rio de Janeiro determinou um prazo de cinco dias para que o cantor Eduardo Costa se apresente e inicie o cumprimento da pena de serviços comunitários. Apesar de ter tido o pedido de prisão negado pelo Tribunal de Justiça, após solicitação do Ministério Público, Eduardo foi condenado por difamação após comentários feitos contra a apresentadora Fernanda Lima. A condenação ocorreu em 2022, motivando o pedido de prisão, uma vez que ele ainda não havia iniciado o cumprimento da pena.

A juíza Maria Tereza Donatti assinou a decisão na sexta-feira (14/2) e destacou que Eduardo terá cinco dias para se apresentar e dar início à execução definitiva da pena de prestação de serviços comunitários. A magistrada optou pela manutenção da pena de serviços comunitários, em vez da prisão, como forma de oferecer uma nova oportunidade para que o cantor finalmente se apresente à Justiça e cumpra a pena imposta.

A polêmica envolvendo Eduardo Costa e Fernanda Lima teve início em 2018, quando o cantor fez uma publicação no Instagram acusando o programa Amor & Sexo, apresentado pela artista, de ser “esquerdista, destinado a bandidos e maconheiros”. Ele também chamou Fernanda de “imbecil”. Em 2023, o cantor foi condenado a pagar uma multa de R$ 70 mil à esposa de Rodrigo Hilbert, que o acionou na Justiça.

Além disso, em fevereiro de 2022, Eduardo Costa foi condenado a prestar serviços comunitários, levando em consideração as particularidades do crime e seu histórico criminal. No entanto, em setembro de 2024, foi constatado que o cantor não havia se manifestado na ação e não havia cumprido os trabalhos comunitários. Diante disso, o Ministério Público solicitou a substituição dos trabalhos comunitários por uma pena de prisão.

Caso o cantor não cumpra a determinação judicial de se apresentar e iniciar os serviços comunitários, ele poderá ter seu cumprimento de pena convertido em uma pena privativa de liberdade no regime aberto. A situação atual de Eduardo Costa demonstra a importância do cumprimento das obrigações judiciais para evitar medidas mais severas por parte da Justiça.

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