Segundo relatos médicos, a pneumonia foi provocada pelos produtos químicos inalados durante o uso frequente do cigarro eletrônico. Durante o período de internação, James enfrentou momentos críticos, chegando a ter seu coração parado e necessitando de reanimação. O jovem revelou que utilizava vapes regularmente para passar o tempo durante suas longas noites de trabalho como guarda.
Após despertar do coma, James não reconheceu nem mesmo sua filha recém-nascida, fruto de um relacionamento recente. Os médicos alertaram o jovem de que se ele continuasse fumando, sua expectativa de vida seria drasticamente reduzida. Atualmente, James enfrenta sequelas permanentes, incluindo a perda da capacidade de um dos pulmões.
Em uma postagem no Facebook, James compartilhou seu conselho: “Nunca use vape, não vale a pena quase morrer por um vapor com sabores artificiais”. Ele se dedica agora a conscientizar outras pessoas sobre os riscos dos cigarros eletrônicos, sendo um exemplo vivo dos efeitos devastadores que esses dispositivos podem causar.
A Sociedade Brasileira de Cardiologia também emitiu um posicionamento em 2024 alertando para os impactos negativos dos cigarros eletrônicos na saúde cardíaca. Segundo o médico Ricardo Pavanello, o uso habitual desses dispositivos aumenta significativamente o risco de problemas cardiovasculares, como hipertensão arterial e infarto do miocárdio.
Diante do caso de James e das evidências científicas apresentadas pela SBC, fica claro que o uso de cigarros eletrônicos representa uma ameaça à saúde pública e deve ser evitado a todo custo. É fundamental que mais pessoas se conscientizem sobre os perigos desses dispositivos e busquem alternativas mais seguras para lidar com o estresse do dia a dia.





