Morador do bairros de Quintino, Arthur, que já possui formação em programação de jogos digitais pela Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), se envolveu ativamente na criação do jogo quando soube que a instituição estava planejando apresentar um jogo de perguntas e respostas no evento. Ele sugeriu que, ao invés disso, fosse desenvolvido um jogo mais engajador. Com a autorização dos responsáveis, ele se dedicou ao projeto, conscientizando os participantes sobre as funções do MP-RJ, desafiando-os a identificar as responsabilidades do órgão em diferentes áreas do estado.
Durante a ativação, os participantes tinham um tempo limitado de um minuto e quarenta segundos para acumular pontos, competindo por prêmios como uma ecobag. Essa abordagem lúdica não apenas atraiu a atenção do público, mas também proporcionou uma experiência de aprendizado significativa sobre os direitos e deveres do MP.
O projeto foi realizado sob a supervisão da procuradora de Justiça Elisa Fraga, que elogiou a capacidade de Arthur em desenvolver o funcionamento do jogo em parceria com o Laboratório de Inovação do MP-RJ. O reconhecimento do trabalho foi além das expectativas, surpreendendo a equipe organizadora e, no final do evento, Arthur recebeu congratulações pessoais do procurador-geral de Justiça Antonio José Campos Moreira. O elogio foi especialmente impactante para ele, representando um passo importante na comunicação do MP com o público jovem.
Arthur exemplifica o potencial que os jovens têm de trazer inovações para instituições tradicionais. Sua experiência no MP-RJ não apenas reforçou seus conhecimentos em tecnologia, mas também destacou a importância da interação entre o Ministério Público e as novas gerações. Ele acredita que iniciativas como a sua são cruciais para criar uma ponte que ajude a desmistificar a função do MP e engajar mais jovens em questões de cidadania e direitos.




