Durante a conversa, Fonseca destacou suas partidas contra Jannik Sinner, Novak Djokovic e Ugo Humbert, explicando o que torna cada uma delas especial. O primeiro jogo mencionado ocorreu no Masters 1000 de Indian Wells, onde enfrentou Sinner, o atual número um do mundo. Apesar de ter sido derrotado em sua estreia no torneio, com parciais de 7/6 e 7/6, Fonseca se disse satisfeito com sua performance, ressaltando a alta qualidade da partida e sua capacidade de forçar dois tie-breaks contra um adversário de elite.
“Eu diria que o Sinner este ano foi muito completo. Apesar de ter perdido, fiz uma boa partida. Jogar contra esses caras exige experiência e uma gestão emocional eficaz, pois as oportunidades são raras”, comentou o jogador, refletindo sobre a tensão que sentiu durante o confronto.
Em seguida, Fonseca recordou seu embate vitorioso contra Ugo Humbert no Masters 1000 de Miami em 2025, onde triunfou por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/3. “Esse foi um dos meus jogos mais completos, onde impus um ritmo muito bom desde o começo”, declarou.
Entretanto, foi a vitória histórica contra Novak Djokovic na terceira rodada de Roland Garros, que realmente marcou a trajetória do jovem brasileiro. Fonseca virou a partida após estar atrás por dois sets e venceu em um emocionante 3 a 2, ressaltando a importância mental e física desse triunfo: “Na Philippe Chatrier, um torneio com um peso enorme para nós brasileiros, concluir essa virada mostra o que sou capaz de fazer”, afirmou com entusiasmo.
Após sua passagem pelo Brasil, o tenista seguirá para a América do Norte, onde competirá na próxima gira de quadras duras, impulsionado pela experiência e aprendizados adquiridos em cada partida disputada. A jornada de João Fonseca certamente está apenas começando, e o mundo do tênis terá seus olhos voltados para o futuro promissor desse atleta.
