De acordo com reportagens recentes, durante o mês inicial das hostilidades, os Estados Unidos dispuseram de um arsenal considerable, lançando mais de 850 mísseis de cruzeiro Tomahawk e utilizando mais de 1.000 sistemas de defesa aérea, como Patriots e THAAD. Contudo, o estoque do sistema ATACMS estaria praticamente esgotado, o que gera inquietação sobre a capacidade de resposta americana em um cenário de escalada de conflito.
As fontes indicam que Trump manifestou sua insatisfação com a atual situação, expressando sua crença de que as limitações de munição já haviam sido contornadas. Por outro lado, Hegseth atribuiu a responsabilidade pela escassez ao vice-secretário de Guerra, Stephen Feinberg, afirmando que este não mantivera Trump devidamente informado sobre a questão. Em contraponto, tanto a Casa Branca quanto o Pentágono refutaram esta narrativa, sublinhando que a situação é diferente da apresentada.
Essa crise de suprimentos ocorre em um contexto de tensões elevadas. Após cinco meses de ataques não provocados ao Irã, Trump continua a fazer ameaças diárias sobre uma potencial escalada do conflito, fazendo com que muitos analistas questionem se há um caminho claro para a resolução pacífica da situação. A incerteza persiste, e as repercussões desse impasse vão muito além das fronteiras do Oriente Médio, afetando a política externa dos EUA e suas relações globais.
