João Campos explicou que a retirada do cordão ocorre somente em situações de gravação, sejam elas internas ou externas. O principal motivo para essa prática é evitar qualquer tipo de interferência no microfone de lapela que ele utiliza durante as filmagens. Ele enfatizou que fora desses momentos específicos, o cordão permanece em seu pescoço, sem que essa ação impacte sua rotina diária ou suas aparições públicas.
O prefeito também destacou que sua decisão deve ser vista apenas como uma medida prática, e não como um ato de natureza política. Segundo ele, não há qualquer intenção de transmitir uma mensagem ou simbolismo eleitoral através da retirada do cordão, e que essa interpretação surge de especulações alheias.
A polêmica em torno do vídeo destaca a fragilidade da percepção pública em relação a gestos simples, que podem ser transformados em narrativas políticas. Nesse contexto, o prefeito concluiu que é essencial preservar o valor emocional do acessório, que carrega a herança familiar em vez de se tornar um alvo de debate na arena política da cidade. Esse tipo de situação reforça a necessidade de uma análise cuidadosa das ações dos políticos, que, muitas vezes, são alvo de críticas e interpretações que vão além da realidade dos fatos.
A situação revelada por Campos é um lembrete de que, especialmente em tempos de polarização, a leitura dos atos públicos pode ser influenciada por agendas políticas divergentes, tornando-se, assim, um campo fértil para desentendimentos e debates acalorados.





