Israel sofre ataque-surpresa do Hamas com mais de 2.500 foguetes: 250 mortos e estado de guerra declarado


Israel foi alvo de um ataque-surpresa maciço neste sábado, com uma ofensiva coordenada através de terra, mar e ar. Mais de 2.500 foguetes foram lançados, e centenas de combatentes palestinos invadiram o país, deixando um saldo de pelo menos 250 mortos e mil feridos. Em resposta, Israel lançou bombardeios pesados em Gaza, resultando em 232 mortes e mais de 1.600 feridos. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que as Forças Armadas usarão todo o seu poder para destruir as capacidades do Hamas.

A onda de ataques, denominada pelos palestinos de “Operação Dilúvio de al-Aqsa”, atingiu mais de 20 cidades e localidades no sul e centro de Israel, incluindo Jerusalém e Tel Aviv. Foguetes atingiram prédios das forças de segurança, carros nas estradas e houve captura de civis e militares como reféns.

No momento do ataque, havia quatro brasileiros no sul de Israel, incluindo o desaparecido Ranani Glazer. As autoridades chamaram uma mobilização de reservistas e declararam estado de guerra e emergência nacional.

O porta-voz do Hamas, Abu Obeida, afirmou que o grupo terroristas tinha escondido reféns em lugares seguros e túneis de resistência. O grupo divulgou um comunicado anunciando a operação e afirmando que haviam disparado mais de 5.000 foguetes em 20 minutos.

No entanto, Israel respondeu com força, mobilizando suas tropas e ordenando a ampla mobilização de reservistas. O ministro da Defesa, Yoav Gallant, declarou que as tropas israelenses estão lutando contra o inimigo. Confrontos entre manifestantes palestinos e forças israelenses ocorreram em várias cidades.

Especialistas alertam que esse ataque surpresa é inédito e coloca Israel em uma situação similar à Guerra do Yom Kippur, ocorrida há 50 anos. Eles indicam que houve uma grande falha da inteligência israelense em relação às questões operacionais.

O Hezbollah, organização militante libanesa, afirmou estar em contato com o Hamas, mas não prometeu se juntar ao ataque. O grupo disse estar acompanhando de perto os acontecimentos e desenvolvimentos na situação palestina.

O mundo inteiro está atento a essa nova escalada de conflito na região do Oriente Médio, enquanto Israel e Palestina enfrentam um dos momentos mais difíceis de sua história recente. O futuro das negociações de paz e a estabilidade da região são incertos à medida que os confrontos continuam.

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