Os militares israelenses começam a atuar de forma mais incisiva no campo de refugiados de Nur Shams, localizado no noroeste da Cisjordânia, que é controlada pela Autoridade Palestina. Durante a nova fase da operação, as FDI relataram ter eliminado vários indivíduos identificados como terroristas e efetuado a prisão de diversas pessoas procuradas, demonstrando um esforço significativo para desmantelar células de violência na área.
Desde que a operação recebeu o nome de “Muro de Ferro”, no dia 21 de janeiro, as FDI uniram forças com a Agência de Segurança Israelense (Shabak) e a polícia israelense, resultando em um alto número de baixas entre os palestinos. Autoridades de segurança israelenses afirmam que, até o momento, mais de 50 suspeitos de atividades terroristas foram mortos e mais de 60 foram detidos. Esses números geram uma carga emocional e política significativa, dado o contexto sensível do conflito.
Em paralelo, a emissora estatal israelense Kan noticiou que Israel cumpriu a parte que lhe cabe de um acordo de cessar-fogo com o grupo Hamas, retirando suas tropas do Corredor Netzarim — uma área que separa a Faixa de Gaza em duas partes, norte e sul. Essa manobra, segundo as informações divulgadas, permitiria uma maior mobilidade para os palestinos dentro do enclave, refletindo um movimento político estratégico de Israel.
Atualmente, as forças de defesa israelenses se encontrariam posicionadas no Corredor Filadélfia, na fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito, além de manterem uma presença na zona de segurança ao longo do perímetro das fronteiras do enclave. A situação continua a evoluir, com envolvimento internacional e reações diversas, enquanto as tensões em torno do conflito Israel-Palestina permanecem palpáveis e complexas.





