Em uma contraparte a essa ação, o Comando Central das Forças Armadas dos EUA (CENTCOM) informou que conseguiu interceptar mísseis balísticos e drones iranianos que estavam sendo direcionados ao estreito de Ormuz e a outros Estados da região. De acordo com o relato das autoridades americanas, o Irã disparou um total de sete mísseis balísticos em direção ao Kuwait e ao Bahrein. Seis desses mísseis foram interceptados, enquanto um sétimo falhou em atingir seu objetivo.
Logo nas primeiras horas de sábado, o CENTCOM anunciou que havia realizado ataques a instalações de radar iranianas localizadas em Goruk e na própria ilha de Qeshm, em resposta aos ataques de drones que também visavam posições estratégicas na região. Os militares norte-americanos conseguiram derrubar quatro drones que foram lançados em direção ao estreito de Ormuz, uma via crucial para o tráfego marítimo e uma artéria essencial da economia global.
Adicionalmente, o Exército do Kuwait noticiou o sucesso de suas operações de interceptação contra mísseis e drones, enquanto um alerta aéreo foi emitido no Bahrein. É importante destacar que esse confronto não é um caso isolado e representa uma continuidade de uma série de hostilidades que aumentaram nas últimas semanas. Em uma ação anterior, ocorrida na quarta-feira, o Irã havia alegado ter atacado um destróier norte-americano como resposta a agressões contra embarcações na região do golfo de Omã.
Esse cenário tenso, marcado por uma escalada de hostilidades entre Irã e Estados Unidos, coloca em evidência a fragilidade da estabilidade regional e os riscos de um conflito mais amplo, o que preocupa não apenas as nações diretamente envolvidas, mas também a comunidade internacional, que observa atentamente os desdobramentos dessa crise.





