INTERNACIONAL – Presidentes da Guiana e Venezuela abertos a diálogo sobre disputa de região de Essequibo, afirmações no Twitter.

O presidente da Guiana, Irfaan Ali, divulgou neste sábado (9) uma declaração em que se mostra aberto a conversas e reuniões sobre a tensão na disputa da região de Essequibo. A declaração foi postada na plataforma X, antigo Twitter, mesma rede social utilizada pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que também admitiu a possibilidade de diálogo com as autoridades do país vizinho.

Na publicação, Ali ressaltou o compromisso com a paz na região e destacou a confiança de que a Corte Internacional de Justiça (CIJ) será capaz de determinar a polêmica na fronteira entre Guiana e Venezuela. Além disso, afirmou que seu governo é intransigente no respeito ao direito internacional e deixou claro que não se opõe a conversas e reuniões, desde que conduzidas por pessoas responsáveis e de forma que respeite as normas legais.

O presidente da Guiana compartilhou sua mensagem nos dois idiomas oficiais do país: inglês e espanhol. A publicação em espanhol foi acompanhada da hashtag #ICJ (Corte Internacional de Justiça) e ressaltou o compromisso com a paz na região.

Por sua vez, Nicolás Maduro também se manifestou sobre a situação, expressando o desejo por “paz e compreensão” para a região. No entanto, em seguida, adotou um tom mais firme, declarando que “o povo saiu em defesa da Guiana Essequiba” e que “não poderão ignorar a vontade soberana da Venezuela”.

A tensão entre Guiana e Venezuela em relação à região de Essequibo é um tema de longa data e a atuação da Corte Internacional de Justiça pode representar um passo importante na resolução do conflito. Ambos os presidentes demonstraram abertura para o diálogo, o que pode ser um indício positivo para a busca de uma solução pacífica para a disputa territorial.

A declaração dos líderes também reflete a importância de se buscar entendimento e negociação em questões de disputa territorial, demonstrando uma postura de responsabilidade e interesse mútuo na resolução do conflito. A expectativa é que as próximas movimentações dos países envolvidos no embate territorial sigam nessa direção.

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