INTERNACIONAL – Eleições legislativas em Portugal têm 25,2% de comparecimento até às 12h, com destaque para temas como corrupção e crise habitacional.

Neste domingo, cerca de 25,2% dos 10,8 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições legislativas de Portugal já haviam comparecido às urnas até às 12h, conforme dados do Ministério da Administração Interna do país. Essa porcentagem representa um aumento em relação às últimas eleições legislativas, realizadas em 30 de janeiro de 2022, quando o comparecimento nesse mesmo horário estava em 23,27% dos eleitores.

As seções eleitorais abriram às 8h no horário local e fecharão às 19h, sendo o equivalente às 16h no horário de Brasília. Ao longo da campanha, questões como a crise habitacional, os baixos salários, a precariedade no sistema de saúde e a corrupção, vista como endêmica nos principais partidos, têm dominado os debates. Os eleitores deverão fazer sua escolha entre mudar para um governo de centro-direita ou manter a centro-esquerda no poder.

As eleições antecipadas foram desencadeadas pela renúncia do primeiro-ministro socialista António Costa, há quatro meses, em meio a uma investigação de corrupção. O pleito coloca em confronto os dois partidos que se alternam no poder em Portugal há cinco décadas, o Partido Socialista (PS) e o Partido Social Democrata (PSD). Além disso, o partido de extrema-direita Chega vem ganhando influência e pode desempenhar um papel importante nas negociações pós-eleitorais.

É importante ressaltar que a eleição acontece em um momento político crucial para Portugal, com a população dividida entre diferentes visões e propostas para o futuro do país. A votação está sendo acompanhada de perto não apenas pelos eleitores portugueses, mas também pela comunidade internacional, que observa com atenção os desdobramentos desse processo democrático.

Com informações das agências Lusa e Reuters, o desfecho dessas eleições legislativas definirá os rumos políticos e sociais de Portugal nos próximos anos. Os eleitores esperam que seus votos levem a mudanças significativas e que o país possa enfrentar os desafios presentes com eficácia e justiça.

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