O Brasil argumenta que essas restrições não apenas agravam as barreiras comerciais existentes, mas também não atacam o verdadeiro problema do setor: o excesso de produção mundial de aço. A crítica se estende ao fato de que tal abordagem pode prejudicar não apenas o Brasil, mas também outros parceiros comerciais da União Europeia, que agora enfrentam dificuldades adicionais em um mercado já competitivo.
Os ministérios ainda ressaltaram que, conforme determinado pelo Artigo XXVIII do Acordo Geral sobre Tarifas Aduaneiras e Comércio, a UE teria a obrigação de oferecer compensações ao Brasil devido à natureza unilateral da medida. Essa questão é fundamental, uma vez que o bloco europeu justifica sua decisão como uma proteção à produção local, que estaria ameaçada pela prática de dumping no mercado internacional – uma situação em que produtos são vendidos abaixo do custo.
Despite this criticism, o governo brasileiro garantiu que seguirá com as negociações para encontrar uma solução que seja mutuamente benéfica. O compromisso em manter o diálogo ressalta a importância das relações comerciais entre Brasil e União Europeia, mesmo em tempos de tensões econômicas. É um sinal de que, apesar das adversidades, o governo está disposto a buscar alternativas que possam minimizar os impactos das novas políticas e assegurar uma relação comercial saudável entre os dois blocos.





