Dulcina de Moraes, nascida em 1908 em Valença, no Rio de Janeiro, e falecida em Brasília em 1996, aos 88 anos, foi uma figura de grande destaque no cenário artístico brasileiro. Ela atuou como atriz, diretora, produtora, professora e foi a idealizadora e criadora da Fundação Brasileira de Teatro. Filha e neta de atores, Dulcina estrelou, aos 15 anos, o espetáculo “Travessuras de Berta” pela companhia Brasileira de Comédia no Teatro Trianon. Além disso, em 1935, ela criou com o marido, o ator e empresário Odilon Azevedo, a Companhia Dulcina-Odilon de Teatro e, mais tarde, a Fundação Brasileira de Teatro, que teve como sócios-fundadores Bibi Ferreira, Cacilda Becker e Paulo Autran, entre outros grandes nomes da dramaturgia nacional.
Ao se estabelecer em Brasília, Dulcina fundou a Faculdade de Artes Dulcina de Moraes e o Teatro Dulcina, no Setor de Diversões Sul, deixando um importante legado para o meio artístico do país.
O Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria é um registro que preserva os nomes de figuras que deixaram sua marca na história do Brasil. Este documento encontra-se no Panteão da Pátria, na praça dos Três Poderes, em Brasília, representando uma homenagem permanente aos que contribuíram significativamente para o desenvolvimento e a cultura do país.
A inclusão do nome de Dulcina de Moraes neste livro representa um reconhecimento formal de sua importância para a cultura e a arte brasileira, perpetuando assim a sua memória e legado para as futuras gerações.






