O tricampeão mundial, que já acumula títulos em 2014, 2018 e 2021, enfrentou na final o australiano George Pittar. O duelo foi intenso, refletindo a qualidade técnica e a garra de ambos os atletas. No entanto, Pittar superou Medina com um total de 15,17 pontos, contra 12,46 do brasileiro. Apesar do resultado que não coroou sua performance, Medina se destacou ao assumir a liderança do ranking mundial masculino, um feito que ressalta sua habilidade e resiliência em retornar à elite do surfe.
Do outro lado, Luana Silva, de apenas 21 anos, também brilhou na competição feminina. Em uma final acirrada contra a norte-americana Lakey Peterson, Luana ficou com o segundo lugar, somando 11,83 pontos, enquanto Peterson bagunçou as ondas e garantiu a vitória com 12,23. Essa foi a terceira vez que a atleta brasileira chegou a uma final no Circuito Mundial, um indicador claro de seu talento e potencial. Em temporadas anteriores, Luana já havia conquistado o vice-campeonato em Saquarema e Bells Beach, mostrando que está cada vez mais consolidada entre as melhores do mundo.
O desempenho de ambos os atletas em Margaret River ressalta o crescimento do surfe brasileiro, que cada vez mais se destaca em competições internacionais. A expectativa para as próximas etapas do circuito é alta, com fãs e críticos aguardando ansiosos por mais apresentações desses talentosos surfistas. O vice-campeonato não apenas reforça a posição de Medina e Luana entre os melhores do mundo, mas também inspira novas gerações de surfistas no Brasil, que buscam seguir seus passos nas ondas.







