Em seu discurso, Lula ressaltou a importância do engajamento contínuo da sociedade para a efetivação das propostas apresentadas, destacando a necessidade de mobilização para garantir a atuação da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. O presidente também abordou a desigualdade de gastos no mundo, apontando que mais de US$ 2,4 trilhões foram destinados a armamentos, enquanto pouco foi investido para acabar com a fome global.
Além disso, Lula apresentou a reivindicação brasileira pela reforma do Conselho de Segurança da ONU, argumentando que o atual formato do órgão não reflete a representatividade de todos os países membros das Nações Unidas. O presidente enfatizou a importância de promover discussões e ações que possibilitem a equidade econômica e a participação igualitária de todas as regiões do mundo nas decisões coletivas.
Outros participantes do evento, como a jornalista iemenita Tawakkol Karman, vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 2011, e a coordenadora nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais (MST), Ceres Hadich, também abordaram questões globais urgentes, como a crise na Faixa de Gaza e o bloqueio econômico a Cuba pelos Estados Unidos. O ministro sul-africano das Relações Internacionais e Cooperação, Ronald Lamola, destacou a relevância das discussões para a próxima presidência do G20, que será realizada pela África do Sul em 2025.
Dessa forma, o G20 Social encerrou com reflexões e propostas importantes para enfrentar desafios globais, promovendo o engajamento e a busca por soluções coletivas em prol do desenvolvimento sustentável e da equidade econômica.





