No texto, Francisco reflete sobre a presença constante de sua mãe em sua vida, mesmo após sua partida. Ele compartilha que, ao longo deste último ano, sua conexão com Preta se intensificou, com a casa sendo preenchida por suas recordações, fotos, objetos e até mesmo a presença de dois cachorros, que ele inicialmente não desejava ter. “Eu e Sol falamos de você o tempo todo”, revela, destacando a importância dos momentos de risos e também de tristeza que compartilham ao recordar Preta.
Francisco menciona como a memória da mãe se torna um remédio nos momentos de dor e saudade, ressaltando que, mesmo em suas lembranças, o sorriso dela ainda traz conforto. A sensação de ouvir a risada dela, sentir seu perfume e ter sonhos onde ela permanece viva, demonstra como ele busca manter viva a essência de Preta em sua vida cotidiana.
Além disso, Francisco destaca a sabedoria que herdou dela. Ele fala sobre um olhar que recebeu da mãe em seu último momento, que continua a guiá-lo em momentos difíceis, revelando que em sua profundidade estavam todas as respostas que ele precisava. “Era uma Preta diferente”, reflete, reconhecendo a multiplicidade de papéis que sua mãe desempenhou em sua vida.
Para finalizar, ele compartilha que fará um show em uma ilha na França, um lugar que ele acredita que representaria bem a mãe, mesmo que ela não tenha tido a chance de conhecê-lo. Essa performance simboliza a conexão cada vez mais forte entre eles, deixando claro que, fisicamente distante, estão mais unidos do que nunca. “Te amo sempre”, conclui, reafirmando a força de seu amor e a continuidade do legado de Preta em sua vida.





