A chegada dos atletas ao Aeroporto Internacional de Ezeiza foi marcada por uma recepção calorosa. Aproximadamente às 19h, os jogadores foram recebidos com honras, incluindo um tapete vermelho e músicas tocadas pela Orquestra do Regimento de Granadeiros a Cavalo, que recriou um clima festivo ao tocar “Muchachos”, canção que se tornou um verdadeiro hino para a torcida argentina.
Entretanto, nem todos os jogadores estavam presentes na recepção. Nomes icônicos do futebol argentino, como Lionel Messi e Enzo Fernández — este último expulso na final — não estavam entre os que desembarcaram. Outros jogadores importantes que não fizeram parte da delegação incluem Rodrigo De Paul, Julián Álvarez, Gerónimo Rulli, Lautaro Martínez, Nicolás Paz, Cristian Romero, Nahuel Molina e Juan Musso.
O técnico Lionel Scaloni foi um dos primeiros a descer da aeronave, acompanhado pelo zagueiro Nicolás Otamendi e pelo presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), Claudio “Chiqui” Tapia. Após essa chegada simbólica, os atletas pegaram um ônibus aberto e desfilaram pelas ruas da capital, onde foram saudados por milhares de torcedores que se aglomeraram para celebrar a campanha da seleção, mesmo com o gosto amargo da derrota.
Os jogadores Emiliano “Dibu” Martínez, Thiago Almada, Flaco López, Giuliano Simeone, Lisandro Martínez, Marcos Senesi, Facundo Medina, Nicolás Tagliafico, Gonzalo Montiel, Alexis Mac Allister, Valentín Barco, Exequiel Palacios, Giovani Lo Celso, Nico González e Leandro Paredes seguiram rumo ao Prédio Lionel Andrés Messi, homenageando o ícone do futebol argentino e o centro de treinamentos da seleção, que se tornaram símbolos da esperança e do talento do futebol em seu país. Essa chegada reflete não apenas a busca por um novo título, mas também o apoio incondicional e a paixão dos argentinos pelo esporte.





