Força-tarefa investiga se joias recebidas por delator do PCC tinham GPS para localizá-lo em aeroporto e executa-lo



A morte do delator do PCC, Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, chocou a população e agora está sendo objeto de investigação da força-tarefa da Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo. As autoridades suspeitam que as joias recebidas por Gritzbach estavam equipadas com um rastreador (GPS), o que teria facilitado a ação dos executores que o aguardavam no momento de sua chegada.

O crime ocorreu durante o desembarque de Gritzbach, que foi atingido por 10 tiros. Na posse do delator, foram encontradas joias avaliadas em aproximadamente R$ 1 milhão. O material estava em um porta-joias pequeno, de tecido azul-claro, contendo certificados de marcas renomadas como Vivara, Cartier, Bulgari, Cristovam Joalheria e IBGM Gemologia, todos apreendidos pela Polícia Civil.

Além da investigação em torno das joias, o suposto devedor de Gritzbach tornou-se um dos suspeitos do crime. Segundo depoimento do motorista Danilo Lima, o delator foi reconhecido pelo devedor ainda no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, onde teriam combinado o pagamento de parte da dívida, que totalizava R$ 6 milhões, em um quiosque na praia.

A força-tarefa também está de olho em 13 policiais, que são suspeitos de envolvimento na execução de Gritzbach. As joias encontradas com o delator foram descritas em um relatório da polícia, incluindo anéis, pulseiras, colares e brincos com pedras preciosas de diversas cores.

Dessa forma, o caso segue em curso com a polícia buscando esclarecer os detalhes do assassinato de Antônio Vinícius Lopes Gritzbach e identificar todos os envolvidos nesse crime que chocou a sociedade paulista.

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