Documentos legais apresentados ao tribunal no estado de Nevada revelam que Mayweather adquiriu o item em 2024, ciente de que o cheque emitido não teria a compensação aprovada pelo banco. A acusação aponta que, neste período, o ex-lutador não dispunha de recursos financeiros, bens ou mesmo um crédito que lhe permitisse arcar com o valor da compra. Desde então, o relógio permaneceu sob sua posse sem que a dívida fosse saldada.
A ação judicial foi formalmente registrada em fevereiro deste ano, e um dos advogados que representa a loja informou que o atraso na apresentação do processo ocorreu porque os proprietários tentaram resolver a situação de maneira amigável. O representante legal expressou que o cliente deu a Mayweather várias chances de honrar seu compromisso, mas ao chegar a um determinado ponto, a falta de resposta e o não pagamento tornaram-se insustentáveis, levando à necessidade de uma ação judicial.
Até o momento, os advogados de Mayweather não fizeram comentários sobre as acusações. O episódio provoca questionamentos, especialmente por se tratar de um dos atletas mais lucrativos da história do boxe, com uma carreira marcada por ganhos que ultrapassam centenas de milhões de dólares provenientes de lutas e contratos publicitários. Mayweather se aposentou invicto, contabilizando 50 vitórias em 50 combates.
Recentemente, no entanto, diversas reportagens têm apontado que o ex-pugilista pode estar enfrentando dificuldades financeiras. Veiculadas por veículos de comunicação internacional, essas informações sugerem que Mayweather estaria lidando com uma dívida tributária que gira em torno de US$ 7,25 milhões com o governo dos Estados Unidos. As reviravoltas na vida financeira do ex-boxeador têm gerado curiosidade e especulações, tornando essa nova polêmica ainda mais intrigante.





