No evento, a federação oficializou sua parceria em torno da reeleição do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos, além de apoiar Guilherme Derrite, do PP, na corrida pelo Senado. No entanto, apesar do otimismo demonstrado por Flávio, a articulação política enfrenta obstáculos. Há alguns meses, o senador tem buscado atrair o apoio do PP e do União Brasil, mas as investigações ligadas ao seu nome, especialmente em relação ao caso Master, esfriaram as tratativas. Com as convenções partidárias se aproximando, Flávio está determinado a firmar um acordo até o início de agosto.
Em seu discurso, o pré-candidato também não poupou críticas ao atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Flávio acusou o petista de hesitar em classificar facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), como grupos terroristas, afirmando que isso se deve a uma suposta afinidade do presidente com o crime. Além disso, ele ressaltou sua preocupação com a utilização do Estado como ferramenta de perseguição política contra opositores, almejando um futuro onde os candidatos apoiados pela oposição possam “resgatar o Brasil” através das eleições.
“Vamos restaurar a democracia no nosso país e devolver a paz à política e ao povo brasileiro”, afirmou Flávio, mostrando sua disposição em conduzir uma agenda que busca reconstruir a confiança da população nas instituições e no processo político. A articulação entre as forças políticas segue como um tema central na corrida eleitoral, prometendo intensas movimentações nas próximas semanas.





