Durante o evento, Cavaliere fez um balanço sobre as mudanças e os investimentos realizados na cidade, destacando não apenas as melhorias específicas para a Olimpíada, mas também os esforços em infraestrutura que foram concluídos a tempo para a Copa do Mundo, como as linhas de BRT Transcarioca e Transoeste. Essas obras, segundo o prefeito, contribuíram significativamente para a mobilidade durante a competição olímpica.
A exposição, intitulada “O Amanhã Olímpico, legado e futuro”, está localizada no segundo andar do Museu do Amanhã e tem entrada gratuita. O público poderá visitá-la até 5 de outubro, de quinta a terça-feira, das 10h às 18h (com fechamento às quartas para manutenção do espaço). Entre os itens em exibição, estão a faixa preta da judoca Rafaela Silva, que conquistou o Ouro em 2016, além de exemplares da tocha olímpica, mascotes e uniformes que marcaram a história do evento.
Embora não tenha mencionado diretamente o nome do ex-prefeito Marcelo Crivella, Cavaliere comentou que houve tentativas de desmerecer o legado deixado pela edição dos Jogos. Ele ressaltou que o transporte público, representado pelo BRT, viu uma queda drástica no número de passageiros, que passou de 600 mil para apenas 98 mil em 2020, resultado do abandono e deterioração da frota.
O prefeito também enfatizou a importância de retomar os voos para o Aeroporto Tom Jobim, em vez de concentrar as operações no Santos Dumont, como era a tendência anterior. Essa estratégia, segundo Cavaliere, é fundamental para assegurar que a cidade continue a se projetar no cenário internacional e a explorar todo o potencial que os eventos de grande porte podem proporcionar.




