LUTO
A morte do ex-comandante da aviação policial: Felipe Marques Monteiro aos 45 anos
O cenário de luto se instala após a trágica morte do policial civil e piloto Felipe Marques Monteiro, aos 45 anos. Com uma carreira marcada por dedicação e serviço à segurança pública de Alagoas, Felipe faleceu neste último domingo, após 14 meses enfrentando um delicado processo de recuperação desde que foi brutalmente baleado na cabeça durante uma operação policial no Rio de Janeiro.
O incidente ocorreu em 20 de março de 2025, quando Felipe atuava como copiloto de um helicóptero da Polícia Civil, apoiando uma missão da Operação Torniquete na comunidade Vila Aliança, situada em Bangu, zona oeste do Rio. Durante a operação, ele foi atingido por um disparo de fuzil, que o deixou em estado gravíssimo, levando sua internação imediata no Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon.
Durante os meses de internação, familiares, amigos e colegas se uniram em uma corrente de apoio, dedicando seu tempo a orações e mensagens que buscavam transmitir força e esperança a Felipe. Apesar de momentos de melhora em sua condição, a morte, anunciada pela família através das redes sociais, trouxe um profundo pesar a todos que o conheciam e admiravam seu trabalho.
Com uma trajetória significativa na aviação da Segurança Pública de Alagoas, Felipe foi reconhecido como uma referência entre seus pares, líder em várias missões estratégicas. Sua perda não apenas marca um capítulo triste na história da luta contra a violência e o crime, mas também ressalta a dedicação e o sacrifício de muitos profissionais que atuam nas linhas de frente da segurança pública.
A despedida de Felipe Marques Monteiro ressoa entre seus colegas de profissão, refletindo não só a dor pela perda de um amigo, mas a lembrança de um homem que se comprometeu a servir e proteger a comunidade, mesmo diante dos maiores desafios. Sua história é um lembrete da coragem e do comprometimento que esses profissionais demonstram diariamente.
