Javier Milei, atual presidente da Argentina, demonstrou apoio à decisão dos EUA, compartilhando o comunicado oficial em suas redes sociais. Em seu perfil na rede social X, Milei escreveu: “Che Cristina, FIM”, demonstrando sua satisfação com as medidas tomadas contra a ex-presidente.
As sanções foram justificadas pelo secretário de Estado, Marco Rubio, que destacou que tanto Kirchner quanto seu ex-ministro do Planejamento Federal, Julio de Vido, se beneficiaram de esquemas de suborno relacionados a contratos de obras públicas, desviando milhões de dólares dos cofres argentinos. As medidas também se estendem aos familiares imediatos dos envolvidos.
Em resposta às sanções e às declarações de Milei, Cristina Kirchner adotou um tom contundente. Em uma mensagem publicada em suas redes sociais, ela ironizou a postura do presidente argentino e criticou a aliança com Trump, sugerindo que a medida do governo norte-americano foi uma resposta direta a um pedido de Milei.
Kirchner enfrenta uma condenação na Argentina a seis anos de prisão e inabilitação perpétua para exercer cargos públicos, relacionada a irregularidades na concessão de contratos de obras públicas durante seu governo. Mesmo com o recurso da sentença, a decisão foi recentemente confirmada por um tribunal de apelações.
A proibição de entrada nos Estados Unidos adiciona um novo capítulo às já conturbadas relações políticas internas da Argentina, criando mais tensão no cenário político do país. A postura de Trump e de seu governo reflete a preocupação com a corrupção e busca punir aqueles envolvidos em práticas ilícitas, demonstrando a rigidez na aplicação da lei.





