O presidente americano anunciou que acordos no setor de energia entre os dois países devem ser revelados em breve. Trump elogiou as grandes reservas de petróleo do Iraque, afirmando que o potencial do país é imenso. “Vamos tirar muito petróleo do Iraque, fazer muitos acordos e criar muitos empregos em conjunto”, acrescentou ele, delineando um futuro promissor para a colaboração energética.
O mandatário não poupou críticas a administrações anteriores, acusando-as de terem invadido o Iraque e causado um significativo número de mortes, em vez de buscar parceria econômica. Ele explicitou que os EUA “claramente invadiram o país errado do Oriente Médio”, um desvio que, segundo ele, deve ser corrigido, especialmente em um momento em que os EUA precisam se preocupar com as tensões com o Irã.
Em sua visita, Ali al-Zaidi enfatizou a necessidade de aprofundar a parceria econômica com os EUA. Ele ressaltou que está diante de “uma das civilizações mais antigas do mundo trabalhando com a mais tecnológica”, referindo-se à presença de empresas americanas no Iraque. Al-Zaidi defendeu ainda que o Iraque, agora, busca um “parceiro estratégico” como os EUA para revitalizar sua economia.
Embora os líderes tenham sugerido uma possível cooperação militar futura, não foram fornecidos detalhes concretos. O primeiro-ministro reafirmou que o Iraque “toma decisões próprias” e que possui a capacidade de defender suas fronteiras. Trump elogiou al-Zaidi, afirmando que sua vitória nas eleições foi impulsionada por sua visão positiva em relação aos EUA, que, segundo ele, mudará a percepção americana no Oriente Médio.
Quando questionado sobre o Iraque considerar sua saída da Opep, Trump esquivou-se, afirmando que essa decisão pertencia ao governo iraquiano, reiterando seu apoio ao primeiro-ministro. Al-Zaidi, por sua vez, argumentou que o sistema atual do cartel não garantiu ao Iraque uma participação “justa”, destacando a importância da reforma.
Além dos assuntos energéticos, Trump abordou a recente decisão sobre o Estreito de Ormuz e parabenizou as recentes taxas de inflação nos Estados Unidos, reafirmando sua abordagem vigorosa na política econômica.





