Desses recursos, uma parte substancial, cerca de US$ 3,56 bilhões (R$ 17,84 bilhões), será direcionada para a constelação de satélites em órbita baixa. Este projeto inclui um total de 32 satélites já planejados, além de um adicional de 54 satélites programados para lançamento em 2027, em complemento a oito dispositivos que fazem parte do experimento denominado FOO Fighter.
Além desse investimento robusto em órbita baixa, há US$ 1,41 bilhão (R$ 7,07 bilhões) alocados para desenvolver satélites em órbita terrestre média, com os primeiros 12 dispositivos dessa categoria em fase de desenvolvimento e lançamento previsto para o final do mesmo ano. Entretanto, a implementação da segunda série de satélites enfrenta desafios, incluindo cortes financeiros aprovados pelo Congresso dos EUA. Para o próximo ano fiscal de 2026, o investimento é de US$ 1,7 bilhão (R$ 8,52 bilhões) para os satélites de órbita baixa e US$ 675,85 milhões (R$ 3,39 bilhões) para os de órbita média.
Citações recentes indicam que o Departamento de Guerra dos EUA pode ter dificuldades em cumprir o cronograma para a criação deste sistema de monitoramento crítico. Além disso, especialistas apontam que, apesar dos pesados investimentos na Cúpula Dourada, as capacidades de armamento desenvolvidas por países como Rússia e China poderiam, potencialmente, eludir esse sistema de defesa.
A proposta de defesa nacional, idealizada no governo anterior, sob a liderança do ex-presidente Donald Trump, estima que os custos totais para a implementação da Cúpula Dourada possam alcançar a cifra astronômica de US$ 1,2 trilhão (cerca de R$ 6,02 trilhões) ao longo de 20 anos, um montante que pesaria consideravelmente sobre os contribuintes norte-americanos. Assim, a batalha por segurança no espaço e a proteção do território Estados Unidos continua a ser um tema urgente e de grande investimento.
