Em suas redes sociais, Flávio expressou sua satisfação com a nova classificação, afirmando que se trata de um “grande dia”. O Departamento de Estado dos EUA oficializou o status de “Terroristas Globais Especialmente Designados” (SDGTs) para essas facções criminosas, com a intenção de promovê-las em 5 de junho de 2026 à categoria de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs).
A comunicação do Departamento de Estado destacou a brutalidade destas organizações, que não apenas dominam o cenário do crime no Brasil, mas também estendem suas atividades ilícitas além das fronteiras nacionais, impactando a segurança regional e até a dos Estados Unidos. O governo Trump reafirmou seu compromisso em proteger os interesses de segurança nacional, combatendo o tráfico de drogas e os recursos que sustentam os narcoterroristas.
Durante a coletiva após seu encontro com Trump, Flávio Bolsonaro revelou que fez um apelo direto ao ex-presidente para que tal classificação fosse implementada. Ele contrastou essa abordagem com a de seu opositor, Luiz Inácio Lula da Silva, que, segundo ele, buscou relações com traficantes, enquanto sua missão foi precisamente o oposto.
Flávio enfatizou que o PCC e o Comando Vermelho se destacam não apenas pela violência, mas também pela corrupção de autoridades e pela coordenação de atentados; ações que, segundo ele, não devem ser reduzidas a uma mera descrição de gangues, mas qualificadas como ato terrorista.
Nos bastidores políticos, a equipe de Flávio avalia a decisão americana como um marco político considerável, principalmente pela sincronia com seus encontros com figuras proeminentes da política americana, em um momento em que seu partido, o PL, enfrenta desafios internos. Além disso, a narrativa em torno da segurança pública, cada vez mais prevalente em sua campanha, deverá ser intensificada com este novo desenvolvimento, reforçando sua conexão com a retórica de endurecimento contra o crime e seu alinhamento com o trumpismo.
