A jovem relatou que, ao avistar o animal, ficou mais impressionada do que assustada. Segundo ela, a jiboia transmitiu uma sensação de segurança, pois estava apenas de passagem e não aparentava representar uma ameaça. Mesmo sendo temerosa em relação a cobras, Kayanne afirmou ter se mantido tranquila diante da situação, contando com a orientação de um homem presente no local que garantiu que a serpente não era venenosa.
De acordo com o biólogo Edson Abrão, a jiboia é uma serpente não venenosa e geralmente é mais pacífica se comparada a outras espécies. Ele ressaltou a importância de não interferir no habitat natural desses animais e de preservá-los, lembrando que as cobras desempenham um papel fundamental no equilíbrio ecológico da natureza.
Abrão ainda explicou que é comum observar serpentes nadando em ambientes úmidos, como é o caso das cachoeiras. A jiboia, em particular, tende a habitar locais sombreados e úmidos, onde pode se alimentar de peixes e outros animais aquáticos.
Diante desse encontro inesperado com a natureza selvagem, Kayanne Fonseca pôde não só apreciar a beleza da jiboia, mas também vivenciar um momento de conexão e respeito com a vida selvagem. A experiência serve como um lembrete da importância de conservarmos os habitats naturais e de coexistirmos de forma harmônica com as espécies que compartilham o planeta conosco.





