No início da partida, o Uruguai teve uma grande oportunidade de marcar logo aos quatro minutos. O lateral Viña, em uma jogada promissora, avançou pelo lado esquerdo, passou pela marcação e deixou a bola para Araújo na entrada da grande área. Este, porém, teve seu chute defendido de maneira eficaz pelo goleiro saudita, Al-Owais. Com o decorrer do primeiro tempo, o jogo se tornava cauteloso, com ambas as equipes exibindo falhas defensivas. A Arábia Saudita quase chegou ao empate aos 17 minutos, quando Salem Al-Dawsari aproveitou um erro na saída de bola uruguaia, mas não conseguiu marcar.
Durante os últimos 15 minutos do primeiro tempo, os sauditas intensificaram a pressão. O goleiro uruguaio, Muslera, se destacou, realizando defesas cruciais, até que, após um escanteio, Al-Amir marcou para a Arábia Saudita, aproveitando um rebote após cabeçada de Kanno.
Após o intervalo, a pressão uruguaia foi implacável. Os comandados de Marcelo Bielsa foram para cima, criando inúmeras oportunidades. Aos quatro minutos, Araújo, em um escanteio, quase marcou com a cabeçada de Viña. O verdadeiro destaque da etapa final foi novamente o goleiro Al-Owais, que fez defesas impressionantes. Porém, a persistência uruguaia foi recompensada aos 34 minutos, quando Maxi Araújo igualou o jogo após um cruzamento na área.
Nos minutos finais, o jogo permaneceu emocionante, com o Uruguai buscando a vitória. Apesar de várias tentativas, incluindo um afastamento de Al-Owais diante de um potente chute de Valverde, o placar se manteve inalterado. O empate, embora decepcionante para os uruguaios, revelou a resistência e a garra dos sauditas, sendo um resultado de grande significado no contexto da competição.
