Considerada uma das seleções mais talentosas do torneio, a Bélgica conta com figuras consagradas como Romelu Lukaku, Kevin De Bruyne e Thibaut Courtois, que integraram a famosa “geração de ouro” do futebol belga. Este grupo alcançou as semifinais na Copa do Mundo de 2018, onde eliminou o Brasil e finalizou a competição em terceiro lugar. No entanto, o técnico Rudi Garcia apostou também em novos talentos, convocando jovens promissores como Jeremy Doku, Charles De Ketelaere e Leandro Trossard, todos com potencial para brilhar nos gramados.
A equipe belga tem um histórico significativo, participando da Copa do Mundo pela 15ª vez, tendo garantido sua vaga ao liderar o Grupo J das Eliminatórias Europeias, que contava com adversários como País de Gales e Macedônia do Norte.
Por outro lado, o Egito, que ficou de fora da última edição do torneio, retorna com esperanças renovadas. Sob a liderança do técnico Hossam Hassan, maior artilheiro da história da seleção, o objetivo é avançar para as fases eliminatórias pela primeira vez, depois de três participações frustrantes. Destaque para Mohamed Salah, que recentemente deixou o Liverpool e pode ser um fator determinante na performance da equipe.
O Irã, dirigido por Amir Ghalenoei, também chega motivado, apesar das dificuldades. A delegação optou por se hospedar em Tijuana, no México, devido a questões logísticas. O atacante Mehdi Taremi, um dos principais nomes da seleção, pode ser crucial na busca pela classificação.
Por fim, a Nova Zelândia, que se classificou invicta na Oceania, volta a um mundial com esperança. Sob o comando de Darren Bazeley, a equipe conta com Chris Wood como capitão e seu principal artilheiro, destacando-se nas eliminatórias.
Com um grupo tão competitivo, a expectativa é alta para o desempenho de cada seleção, e o mundo do futebol aguarda ansiosamente pelo início dos jogos.
