No ginásio da Associação do Pessoal da Caixa Econômica (Apcef-DF), os espectadores puderam presenciar confrontos acirrados e de alta qualidade técnica. Um dos destaques foi o embate entre UniCesumar-SC e UniFecaf-SP, que terminou empatado em 2 a 2. Este duelo colocou frente a frente duas das melhores jogadoras de futsal do Brasil: Isabelle Maria, conhecida como Bella, e Natália Fernandes, a Natalinha.
Apesar de possuírem estilos de jogo diferentes, Bella e Natalinha compartilham o mesmo número 12 em seus uniformes. A rivalidade entre as duas jogadoras é evidente, com faltas duras sendo cometidas ao longo da partida. No entanto, apesar da competitividade em quadra, as atletas destacam a importância do respeito mútuo e da amizade fora das quatro linhas.
Além do título universitário em disputa, as jogadoras também visam pontos para garantir um lugar na seleção brasileira. Wilson Saboia, técnico da equipe da Unifor nos JUBs, acompanhou de perto as performances das atletas em busca de talentos para compor o selecionado nacional.
Outro ponto destacado no evento foi a importância da formação acadêmica para as jogadoras. Mesmo focadas na carreira esportiva no futsal, as atletas reconhecem a necessidade de se prepararem para o futuro e buscarem uma formação profissional sólida.
O Brasil sediará a próxima edição da Copa América de futsal feminino em 2025, que oferecerá três vagas para a primeira Copa do Mundo da modalidade, marcada para o ano seguinte nas Filipinas. A seleção brasileira, atual campeã da Copa América, demonstra comprometimento e dedicação em busca de novas conquistas no cenário internacional.
Para as jogadoras, representar o Brasil em competições internacionais é motivo de orgulho e união, deixando de lado qualquer rivalidade em prol da seleção. O futsal é visto como uma oportunidade única de realização pessoal e profissional, mas as atletas também valorizam a educação e a preparação para o futuro, mostrando que são verdadeiras campeãs dentro e fora das quadras.
