Os jogadores e a comissão técnica foram aplaudidos calorosamente por um povo que, especialmente, celebrou a vitória do Egito contra a Nova Zelândia e a emocionante conquista sobre a Austrália, nos pênaltis, que os levou às oitavas de final. Essa fase do torneio ficou marcada, de forma dolorosa, pela derrota para a Argentina, após um jogo em que o Egito liderava por 2 a 0 nos minutos finais. A reviravolta fez com que os “Faraós” fossem eliminados, mas a sensação geral era de orgulho.
As festividades continuaram quando a equipe embarcou em um ônibus aberto, desfilando por New Alamein e acenando para os torcedores que se aglomeravam ansiosamente nas ruas. A recepção calorosa é um reflexo do apoio contínuo à equipe nacional, que, agora sob a liderança do técnico Hossam Hassan, tem se mostrado em evolução. Ele e seu irmão, Ibrahim Hassan, tiveram seus contratos renovados pela Federação Egípcia de Futebol, que, segundo fontes locais, poderá se estender até 2030. Desde que assumiu, Hossam revitalizou a seleção, levando-a a importantes conquistas.
Dentre os torcedores, muitos também expressaram apoio ao técnico com cartazes que exaltavam sua postura em favor da causa palestina durante o torneio. Essa demonstração de solidariedade ecoa a determinação do ex-jogador, que, em diversas oportunidades, manifestou seu apoio aos direitos dos palestinos.
Além da recepção festiva, há expectativa sobre uma reunião formal da equipe com o presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, que ocorrerá no dia seguinte à chegada. O retorno da seleção não é apenas um marco de triunfos em campo, mas também um símbolo de unidade e orgulho nacional que ressoa profundamente entre os egípcios.
