Este resultado é o melhor que uma equipe brasileira já conquistou na história da competição. No ano passado, o Brasil ficou em quarto lugar no Mundial disputado em Liverpool, na Inglaterra. A presidente da Confederação Brasileira de Ginástica, Luciene Resende, expressou sua felicidade com o resultado e ressaltou o trabalho de toda a equipe envolvida na modalidade, desde os atletas até os profissionais que dão suporte a eles.
“Ao longo da minha gestão, conquistamos medalhas olímpicas e mundiais individuais. Estava faltando justamente um resultado como esse, de uma competição por equipes. Ele comprova o que estamos dizendo há alguns anos: o Brasil hoje tem uma escola consolidada na Ginástica Artística. Embora contemos com talentos individuais excepcionais, esse resultado é produto de um movimento muito mais amplo, de um País que abraçou a modalidade e que definitivamente sabe fazer ginástica. Temos gente competente trabalhando nos clubes, administradores, treinadores, fisioterapeutas, massoterapeutas, médicos e, é claro, muitas meninas incríveis espalhadas pelo País. E digo mais: aprendemos a fazer, estamos nos aprimorando e, com o Brasil cada vez mais envolvido e apaixonado por esse esporte, não vamos parar mais”, destacou Luciene Resende.
O resultado no Mundial garantiu também a participação da equipe feminina de ginástica artística do Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris, que ocorrerão em 2024. Antes mesmo da conquista da medalha de prata, as ginastas brasileiras já tinham assegurado a vaga durante as eliminatórias do Mundial.
Esta medalha de prata marca um feito histórico para a ginástica artística feminina do Brasil e é um reconhecimento do trabalho árduo e talento das ginastas brasileiras, que estão trilhando um caminho de sucesso na modalidade. Com o resultado positivo, a expectativa é que a ginástica artística no Brasil ganhe ainda mais destaque e apoio, impulsionando o crescimento e a evolução da modalidade no país.
