No mesmo dia, Fernando Rufino, sul-mato-grossense conhecido como “Cowboy de Aço”, também brilhou ao garantir a medalha de ouro nos 200 metros na classe VL2. Ele terminou a prova em 53s44, mais de um segundo à frente do ucraniano Andrii Kryvchun, que terminou com a prata. Rufino é um destacável atleta, que já conquistou duas medalhas de ouro nas Paralimpíadas e que, após um trágico acidente que resultou na perda dos movimentos de suas pernas, provou que a determinação e o talento superam barreiras.
Outros brasileiros mostraram seu valor na competição. Luis Carlos Cardoso subiu ao pódio na classe KL1, conseguindo a medalha de prata nos 200 metros com um tempo de 49s85, sendo superado pelo pentacampeão mundial húngaro Peter Kiss. Cardoso, que antes de sua carreira no esporte era dançarino, já havia conquistado medalhas nas Paralimpíadas de Tóquio e Paris. Giovane Vieira de Paula, na classe VL3, também trouxe uma medalha para casa, garantindo o bronze após terminar a prova em 49s, apenas 15 centésimos atrás do ucraniano Vladyslav Yepifanov, que ficou com o ouro.
Com mais finais agendadas para este domingo, o Brasil se prepara para continuar sua trajetória de sucesso na paracanoagem. Os atletas Débora Benevides, Fernando Rufino, Flavio Reitz, Miqueias Rodrigues e Gabriel Porto têm agora a chance de adicionar mais medalhas ao impressionante desempenho da equipe brasileira nesta etapa da Copa do Mundo. A expectativa é alta, e a torcida está ansiosa por mais conquistas que solidifiquem o Brasil como um dos grandes projetos da canoagem mundial.





