As ruas de Madri estavam repletas de fãs vibrando em apoio ao time. A rota do desfile, que começou nas proximidades do Palácio de Moncloa, residências do primeiro-ministro, percorreu diversas áreas icônicas, incluindo a Praça Cibeles. Nesse local, uma cerimônia simbólica seria realizada, em uma tradição em que seleções anteriores se reuniam com seus torcedores.
No último domingo, a Espanha derrotou a Argentina, atual campeã, por 1 a 0, em uma emocionante final realizada em East Rutherford, Nova Jersey. Essa vitória marcou a segunda conquista do título mundial, sendo a primeira em 2010, e fez com que a nação se destacasse por detê-los em um momento histórico. Líderes de diferentes nações, como o presidente dos EUA e o primeiro-ministro canadense, enviaram mensagens de congratulações, celebrando o feito esportivo.
As celebrações em Madri foram intensas, com torcedores invadindo as ruas e entoando cânticos, muitos carregando bandeiras e vestindo as cores da seleção. O clima festivo foi palpável, com buzinas de carros ecoando e fogos de artifício iluminando o céu. A excitação foi tão grande que muitos decidiram continuar festejando até a madrugada, como o jovem Victor Álvarez, que, mesmo cansado, manifestou sua felicidade pelo título.
Contudo, a comemoração foi marcada por um triste incidente: a tragédia de um jovem de 13 anos em Salamanca, que morreu após a queda de uma fonte onde estava comemorando. Esse evento, lamentável, contrasta com a alegria de muitos que vivenciaram esse raro momento de celebração.
Atualmente, a Espanha desfruta de uma economia em ascensão, diferentemente da crise enfrentada em 2010. O desemprego caiu, e as tensões políticas diminuíram, proporcionando um clima de alegria e união. À medida que os torcedores se aglomeravam nas praças para celebrar, muitos eram jovens que estavam experimentando a vitória do time pela primeira vez, simbolizando uma nova era de esperança e otimismo para a nação.





