A declaração de Riquelme chocou o ambiente futebolístico, especialmente quando ele se comprometeu a custear 100% da mensalidade para os mais de 100 mil sócios do Real caso não concretizasse suas promessas. Tal afirmação elevou a expectativa para a eleição e trouxe à tona a questão da viabilidade dessas contratações. Horas depois, a resposta do Manchester City foi rápida e contundente, desmentindo qualquer possibilidade da saída de Haaland. Uma fonte do clube inglês classificou as alegações como falsas e expressou a intenção de considerar ações legais em virtude do uso da imagem do jogador em um contexto que poderia ser interpretado como enganoso.
Essa troca de declarações ilustra a crescente tensão em uma eleição que é vista como um marco, já que, pela primeira vez em duas décadas, o Real Madrid se vê diante da possibilidade de uma verdadeira disputa pelo cargo. A última eleição ocorreu em 2006, quando Ramón Calderón foi eleito em um embate com outros quatro candidatos. Desde 2009, a reeleição de Florentino Pérez aconteceu sem concorrentes, sempre por conta da falta de oposição.
Para aumentar a ainda mais a pressão, a equipe de Pérez divulgou um vídeo nas redes sociais com José Mourinho, que, segundo o presidente atual, pode ser confirmado no cargo em caso de sua reeleição. No entanto, Mourinho, que ainda possui contrato com o Benfica até 2027, negou a veracidade do vídeo, afirmando que foi gerado por inteligência artificial, o que só intensifica a especulação em torno do futuro do clube.
Com tantas promessas e desmentidos, o clima é de expectativa para o que poderá ser um divisor de águas na história recente do Real Madrid. A decisão, que envolverá não apenas a escolha do novo presidente, mas também os rumos da equipe no mercado de transferências, está cada vez mais próxima.
