Essa alteração visa simplificar a experiência do investidor, eliminando a necessidade de gerenciar depósitos periódicos. De acordo com o Tesouro Nacional, a taxa de custódia que deveria ser cobrada em 2 de janeiro de 2025 não será mais realizada. Agora, o investidor pagará 0,2% sobre o saldo total aplicado no Tesouro Direto, proporcional ao período da aplicação, no momento do resgate ou pagamento de juros.
Além disso, os investidores de títulos especiais, como o Tesouro Educa+ e Renda+, terão uma cobrança diferenciada, feita apenas em momentos específicos, como nos resgates ou recebimento de fluxos mensais após o vencimento. Já os investimentos de até R$ 10 mil por CPF no Tesouro Selic permanecem isentos da taxa de custódia, sendo cobrada apenas sobre o valor excedente.
Essa mudança faz parte de um histórico de redução das taxas no Tesouro Direto ao longo dos anos. Desde o início do programa em 2002, houve uma diminuição progressiva nas taxas de administração e custódia, tornando o investimento mais acessível para os brasileiros. A isenção da taxa de custódia para investimentos de até R$ 10 mil no Tesouro Selic, implementada em 2020, foi mais uma medida para incentivar a participação dos investidores.
O Tesouro Direto é uma forma que o governo brasileiro utiliza para captar recursos e honrar seus compromissos. Criado em 2002, o programa permitiu que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, contribuindo para a popularização desse tipo de investimento. Para mais informações, os interessados podem acessar o site oficial do Tesouro Direto.