Para os anos seguintes, as expectativas para a inflação continuam a apresentar uma trajetória crescente. A projeção para 2027 subiu de 4,17% para 4,18%, enquanto as previsões para 2028 e 2029 permaneceram inalteradas, fixando-se em 3,7% e 3,5%, respectivamente.
Além da inflação, o boletim também trouxe informações sobre a taxa Selic, que é a taxa básica de juros do Brasil. Para 2026, os analistas mantiveram a projeção em 14%. Essa expectativa sugere que haverá um novo corte na taxa, que atualmente é de 14,25%, estabelecida pelo Comitê de Política Monetária no último dia 17 de junho. A próxima reunião do Copom, responsável por delinear essa política, está agendada para os dias 4 e 5 de agosto. Para 2027, a projeção da Selic se mantém em 12% ao ano, sem alterações nas expectativas para 2028 e 2029, que continuam em 10,5% e 10%, respectivamente.
O Produto Interno Bruto (PIB) também teve suas estimativas analisadas, mantendo um crescimento médio de 1,99% para este ano. A previsão para 2027 cresce levemente, de 1,68% para 1,69%. Para 2028 e 2029, a taxa de crescimento do PIB é previsível em 2% para ambos os anos.
No que diz respeito ao câmbio, as estimativas para a cotação do dólar estão estáveis: R$ 5,20 para 2026, R$ 5,58 para 2027 e R$ 5,35 para 2028. A projeção para 2029 permanece em R$ 5,40. Essas previsões refletem o cenário econômico complexo que o país enfrenta, com desafios e oportunidades que continuam a moldar o futuro econômico do Brasil.
