De acordo com Alckmin, o Selo Verde será voluntário e os produtos que atenderem aos critérios de sustentabilidade socioambiental definidos pela ABNT poderão obtê-lo. Serão considerados aspectos como rastreabilidade da produção, pegadas de carbono, resíduos sólidos e eficiência energética. O Selo Verde Brasil será concedido por certificadoras acreditadas pelo Inmetro, visando a redução de custos e a simplificação de certificações.
O vice-presidente do MDIC ressaltou a importância de se adequar às demandas globais por produtos e serviços sustentáveis, fortalecendo a economia verde no Brasil. O secretário de Economia Verde do MDIC, Rodrigo Rollemberg, complementou que o programa vai muito além da rotulagem, sendo uma estratégia nacional para o desenvolvimento sustentável do setor produtivo.
Além disso, o Programa Selo Verde Brasil prevê assistência técnica e capacitação para as empresas se adaptarem aos novos critérios, com apoio da ABDI e do Sebrae. Com a criação de Comitês Gestor e Consultivo, espera-se que as normas para o programa sejam publicadas até o primeiro semestre de 2025, garantindo a coerência com padrões nacionais e internacionais.
Em suma, o Programa Selo Verde Brasil representa um avanço significativo para a promoção da sustentabilidade e da economia verde no Brasil, preparando o país para uma posição de liderança no cenário mundial em termos de produtos sustentáveis e inovadores.