Conforme estabelecido pelo cronograma lançado pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do IBS (CGIBS), a implementação ocorrerá de forma escalonada, permitindo que as empresas e desenvolvedores ajustem seus sistemas fiscais de maneira mais gradual e planejada. Essa abordagem visa garantir uma transição menos abrupta e mais eficiente para o novo sistema tributário.
A nova exigência, inicialmente aplicável a diversos tipos de documentos fiscais eletrônicos, agora será introduzida em diferentes prazos. Entre os documentos já afetados estão ainda o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), o bilhete de passagem eletrônico, entre outros. A implementação escalonada está prevista até janeiro de 2027, quando a obrigatoriedade deverá englobar outros modelos, incluindo Declaração Única de Importação (Duimp) e NF-e para operações do regime monofásico.
O novo calendário tributário especifica que, no primeiro de outubro, a exigência será estendida a várias Notas Fiscais de Serviços Eletrônicas (NFS-e), além da Declaração de Importação de Remessa. Para o dia 15 de novembro, entrarão em vigor as obrigações relacionadas aos eventos mensais da Declaração de Regimes Específicos (DeRE), que inclui aspectos como balancetes e operações financeiras.
Essas mudanças são reflexo da transição gradual iniciada em 2026 e têm como objetivo preparar tanto as empresas quanto a administração tributária para a nova realidade fiscal. Durante esta fase, tributos serão apresentados em caráter teste, com alíquotas reduzidas, a fim de validar a funcionalidade dos sistemas eletrônicos sem impactar severamente o fluxo de caixa das empresas.
Portanto, empresas e contadores devem estar atentos a essas alterações e se preparar para a integração dos novos tributos em seus sistemas, garantindo que suas operações fiscais estejam em conformidade com a legislação vigente.
