Com isso, os principais números do dia foram positivos. O dólar à vista encerrou em R$ 5,177, com uma variação de -0,86%. Enquanto isso, o Ibovespa alcançou os 167.830,27 pontos, representando um avanço de 0,9%.
A moeda estadunidense registrou uma queda de 0,86% no mercado à vista, fechando abaixo de R$ 5,20 pela primeira vez em três sessões, atingindo R$ 5,15 pela manhã. O movimento de desvalorização do dólar no exterior foi impulsionado pelo anúncio do Tesouro dos Estados Unidos de dobrar o volume de operações de recompra de títulos.
Por outro lado, o Ibovespa teve uma recuperação importante, avançando 0,90% e interrompendo uma sequência de 11 pregões consecutivos de queda. A alta foi impulsionada por ações de peso no índice, como petroleiras, mineradoras e empresas do setor bancário.
Apesar do alívio nos mercados internacionais, o cenário doméstico ainda preocupa os investidores, com fatores como o alto nível dos juros e as expectativas em relação ao cenário eleitoral no Brasil. A saída de capital estrangeiro da bolsa brasileira também permanece como uma questão a ser monitorada.
Em meio a essas incertezas, a intervenção no mercado de títulos públicos dos Estados Unidos trouxe uma maior disposição global para assumir riscos, favorecendo o real e as ações brasileiras. A combinação entre o cenário nacional e internacional segue influenciando as oscilações do mercado acionário brasileiro.
