ECONOMIA – Geraldo Alckmin confia na queda do dólar e destaca compromisso do governo com responsabilidade fiscal em meio à alta da moeda


Na última quinta-feira (13), o presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, emitiu uma declaração confiante em relação à alta do dólar, afirmando que o governo acredita que a cotação da moeda internacional irá eventualmente ceder.

Essa declaração veio logo após o dólar ultrapassar a marca de R$ 5,40 pela primeira vez desde janeiro de 2023. Alckmin defendeu que a alta do dólar era um fenômeno transitório, apesar da tendência de valorização da moeda desde o final do ano passado.

Vários fatores foram apontados como responsáveis pelo aumento da cotação do dólar, como o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre equilíbrio das contas públicas e a devolução de uma medida provisória que limitava a compensação de tributos por empresas.

Outro fator que contribuiu para a valorização do dólar foi a decisão do Federal Reserve (FED) de não cortar a taxa de juros, o que foi interpretado como um sinal recessivo para as economias americana e mundial.

Alckmin também reforçou o compromisso do governo com o equilíbrio fiscal e com medidas que visam melhorar a eficiência do gasto público. O ministro ressaltou que o Brasil tem uma base sólida e fundamentos econômicos robustos, o que o leva a acreditar que a recente valorização do dólar é temporária.

Durante sua participação no FII Priority Summit, evento patrocinado por um fundo de investimentos do governo da Arábia Saudita, Alckmin destacou a importância de atrair investimentos estrangeiros para o país. Mesmo com o cancelamento da agenda do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o presidente em exercício demonstrou otimismo em relação às relações comerciais com a Arábia Saudita.

Alckmin também abordou a reforma tributária como um fator crucial para promover o crescimento econômico e a inclusão social no Brasil. Ele evitou cravar um valor para o câmbio de equilíbrio e expressou confiança na trajetória de queda da taxa de juros básica, a Selic.

Como presidente em exercício, Alckmin foi responsável por assinar um decreto que zera o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para itens doados ao Rio Grande do Sul, estado que enfrenta uma situação de calamidade decorrente das chuvas. A medida tem validade até o final do ano.

No geral, as declarações de Alckmin refletem a postura do governo em buscar soluções para impulsionar a economia e garantir a estabilidade fiscal do país, mesmo diante de desafios como a alta do dólar e a crise provocada pela pandemia.

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