No terceiro trimestre de 2024, o PIB apresentou um resultado positivo, com um crescimento de 0,9% em comparação com o trimestre anterior, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado do ano, de janeiro a setembro, a alta foi de 3,3%, superando o crescimento registrado em 2023, que foi de 3,2%.
O Banco Central também elevou a sua estimativa para o crescimento da economia em 2024, passando de 3,2% para 3,5%, após a surpresa positiva dos números do terceiro trimestre. Para os próximos anos, as projeções indicam uma expansão mais moderada do PIB, com expectativas de 2,01% em 2025, 1,9% em 2026 e 2% em 2027.
Em relação à cotação do dólar, a previsão é de que a moeda norte-americana encerre o ano de 2024 a R$ 6 e que em 2025 fique em torno de R$ 5,90. Já a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), está acima da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, com projeção de 4,91% para 2024.
Para controlar a inflação, o Banco Central tem utilizado a taxa básica de juros, a Selic, que foi elevada para 12,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A estratégia é conter a demanda aquecida e controlar os preços, com a expectativa de que a taxa básica atinja 14,75% ao ano até o final de 2025. A alta dos juros pode encarecer o crédito e desacelerar a economia, mas é necessária para manter a estabilidade econômica e controlar a inflação.





