O cenário internacional influenciou as oscilações do dólar, com a China anunciando retaliações às tarifas impostas pelo governo de Donald Trump. No entanto, a divulgação de dados fracos da economia dos Estados Unidos impulsionou a queda da moeda norte-americana.
A queda do dólar em 2025 já acumula 6,59%, registrando a maior sequência de quedas diárias desde o Plano Real. Essa movimentação é reflexo da desaceleração do mercado de trabalho nos EUA, que aumenta as expectativas de cortes na taxa de juros pelo Federal Reserve.
No mercado de ações, o índice Ibovespa fechou com 125.147 pontos, marcando uma queda de 0,65%. As ações de empresas exportadoras pressionaram a baixa, ainda que tenham sido parcialmente compensadas pelo aumento nos papéis de instituições financeiras.
A divulgação da ata da última reunião do Copom impactou no mercado de ações, sendo considerada dura pelos especialistas. Os investidores também reagiram à possibilidade de aumento dos juros em março, devido à propagação da inflação dos alimentos para outros setores da economia.
Em um cenário global de taxas de juros menores, o Brasil se torna um destino atrativo para investimentos, o que pode explicar a queda do dólar e a volatilidade da bolsa de valores. A expectativa dos investidores agora se volta para as próximas decisões do Banco Central e do Fed, que devem guiar o rumo dos mercados nos próximos meses.





