Dias afirmou que “não há separação entre esses dois fatores”, destacando que o investimento em políticas sociais voltadas aos segmentos mais pobres da população tem um impacto positivo direto no desenvolvimento econômico do país. Para ele, a luta contra a fome e a pobreza deve ser uma prioridade central nas decisões financeiras e orçamentárias. Essa abordagem é vital não apenas por motivos sociais, mas também devido aos seus reflexos na estabilidade econômica e no progresso geral das nações.
O ministro argumentou que simplesmente retirar as pessoas da pobreza não é suficiente. É necessário implantar políticas integradas que possibilitem a superação da miséria. O Brasil tem adotado como diretriz a inclusão dos mais pobres em seu orçamento, o que, conforme ele, resultou em um aumento significativo no acesso a empregos, renda e serviços essenciais. Essa estratégia não apenas ajuda a mitigar a pobreza, mas também dinamiza a economia como um todo.
Dias defendeu a ideia de que as políticas de combate à fome devem ser acompanhadas por ações estruturantes. Para ele, a verdadeira transformação social acontece quando se articulam de maneira coerente proteção social, segurança alimentar, educação e geração de renda. Ele reconheceu ainda que é essencial promover a resiliência climática e preparar respostas adequadas a crises, de modo que todas essas áreas avancem simultaneamente em sistemas nacionais integrados. Essa visão abrangente do ministério sugere que o bem-estar social deve ser uma prioridade não apenas ética, mas estratégica, em busca de um futuro mais justo e próspero.
