ECONOMIA – Bolsa brasileira alcança novos recordes com Ibovespa em alta e dólar abaixo de R$ 5, enquanto preços do petróleo despencam nas negociações EUA-Irã.

O mercado financeiro brasileiro viveu mais um dia de otimismo nesta terça-feira, 14 de outubro, com a Bolsa de Valores (Ibovespa) atingindo novas máximas históricas, enquanto o dólar registrou uma queda significativa, fechando abaixo da barreira de R$ 5,00. A alta acumulada do índice Ibovespa foi de 0,33%, somando 198.657,33 pontos, perto do marco simbólico de 200 mil pontos, tendo atingido 199.354,81 pontos durante a manhã. Esse desempenho representa a décima primeira alta consecutiva do indicativo e o quinto recorde seguido, um feito significativo para investidores e analistas do mercado.

Neste contexto, o Ibovespa apresenta números positivos, acumulando uma valorização de 0,68% na semana, 5,97% no mês e impressionantes 23,29% desde o início do ano. É importante destacar que mesmo com a diminuição no valor das ações de empresas petrolíferas, a bolsa continuou seu movimento ascendente, beneficiada pela expectativa de um ambiente econômico mais favorável.

O desempenho da moeda americana também chamou a atenção, encerrando o dia a R$ 4,993, uma queda de 0,06% em relação ao dia anterior. Essa é a quinta queda consecutiva para o dólar, que já acumula uma desvalorização de 9,02% em 2023. A moeda chegou a ser negociada a R$ 4,97, mas a pressão de compra por investidores fez com que o ritmo de queda desacelerasse. Fatores externos, como a diminuição das tensões geopolíticas e dados econômicos menos robustos dos Estados Unidos, contribuíram para esse cenário favorável. A expectativa em torno de possíveis cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve também pesou sobre a cotação.

No setor de commodities, os preços do petróleo enfrentaram um forte recuo, respondendo positivamente às perspectivas de um avanço nas negociações entre Irã e Estados Unidos. O barril do petróleo Brent caiu 4,6%, enquanto a cotação do WTI recuou cerca de 7,9%. Essa queda ajudou a aliviar preocupações com a inflação global, beneficiando ativos de risco e moedas de mercados emergentes. O cenário é um alívio significativo para os investidores, que observam um mercado mais otimista e propício para o crescimento.

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